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Tudo conspira para que as organizações que lutam por causas justas e ocupam-se com o bem-estar geral, incluindo desenvolvimento sustentável, sejam as únicas que atinjam a longevidade.
Responsabilidade Social deve ser praticada pelo Estado, pelos indivíduos e também pelas corporações. As organizações decidiram descruzar os braços e partir para projetos socialmente responsáveis. Jogada de marketing? Pode ser que algumas empresas investiram neste âmbito apenas para se auto-valorizarem perante os clientes. Entretanto, este quadro mudou e hoje a maioria está disposta a colaborar com a comunidade na qual está inserida, com o meio ambiente e com o bem-estar de seus colaboradores. Todas essas atitudes, e tantas outras, evidenciam a envergadura de uma empresa cidadã.
As pessoas confundem, muitas vezes, responsabilidade social com filantropia. Mas devemos ter em mente que ser responsável socialmente vai além: é acompanhar o desenvolver do projeto social como bem veremos durante nosso seminário.
Através da certificadora SGS, por exemplo, entenderemos a norma SA 8000 que mede o grau ético e o compromisso com os direitos humanos por parte das empresas. A Petroquímica União apresentará seu engajamento social através de seus projetos inovadores. Passaremos pela Fundação Bradesco, que há mais de 40 anos afirma o consenso que educar é transformar vidas e abrir caminhos.
Por fim, a Associação Rodrigo Mendes confirmará a inclusão social por meio da arte, oferecendo às empresas a oportunidade de mergulharem nessa causa por meio de parcerias.
O passo inicial para as instituições tornarem-se sujeitos transformadores da realidade está sendo dado.
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