| |
As exigências profissionais do mundo moderno têm sobrecarregado as pessoas fazendo-as ultrapassar limites de equilíbrio do organismo e provocando alterações em suas respostas fisiológicas, emotivas e comportamentais. Chamamos de estresse justamente esse conjunto de reações do organismo, em luta para evitar o total esgotamento.
Enquanto homens e mulheres procuram caminhos para equilibrar suas carreiras e suas vidas, os setores corporativos têm a responsabilidade de dar tratamento adequado ao ambiente empresarial, para manter o estresse em níveis moderados e compatíveis com a alta performance. Um organismo estressado concentra todas as suas energias para restabelecer sua condição de bem-estar. E, nessa perspectiva, o estresse é fator de diminuição do rendimento e aumento do número de erros, no ambiente de trabalho. É prioritário buscar alternativas estratégicas ou quem sabe até pontuais, para vencer isto que hoje chamamos, generalizadamente, de estresse ocupacional.
Pesquisadores, como Prof. Leite, têm se concentrado em estudos específicos sobre o estresse ocupacional e as dimensões de seus efeitos no mundo do trabalho. Em várias empresas, como Pão de Açúcar, essa preocupação também está crescendo. E para isso estão criando projetos e até "departamentos de qualidade de vida", com a finalidade de melhor analisar as necessidades dos colaboradores e desenvolver atividades que permitam melhor controle do bem-estar das pessoas, na empresa.
Tudo isso estaremos debatendo neste nosso evento. Vamos também discutir o porquê da crescente procura dos executivos estressados por programas de saúde de longo prazo e até pelos Spas Urbanos os quais estão investindo na criação de oportunidades rápidas de bem-estar.
Marlene Ortega de Camargo
Diretora Executiva |
|